segunda-feira, 21 de novembro de 2016

NÃO HESITE!


 




''Não hesite, nem se detenha, nem adie em praticar o bem --  contagie, alardeie, compartilhe.
 
Não hesite em abraçar, afagar, ajudar, sem pestanejar ou postergar.
 
Não hesite em afugentar o mal; não brinque com o pecado, o rejeite, o abomine!
 
Não hesite em criar um vínculo pleno, abençoado, optando por se entregar, verdadeiramente amar.
 
Não hesite, não se detenha em escolher Jesus Cristo, Amigo Fiel, imprescindível, a sempre, te acompanhar...

 
 
''Durante a sua caminhada, íngreme jornada; não hesite, não esqueça, em nenhum momento, o alvo que você quer alcançar; não se distraia, nunca perca de vista  onde você quer chegar!''
 
 
''Quando chega a hora, precisa saltar sem hesitar''.
 
(Amélie Poulain)
 
 
 
 
 
 
 
 

''PROMETO...''


 
 
 




Pode-se definir o amor de umas dez mil maneiras, mas, no casamento, ''eu te amo'' significa, na verdade: ''eu prometo estar do seu lado, todos os meus dias''. É uma promessa que diz: ''estarei com você quando perder seu emprego, sua saúde, seus pais, sua beleza, sua confiança, seus amigos''. É uma promessa que diz ao seu companheiro: ''Vou engradecer você, ignorar suas fraquezas, perdoar os seus erros, colocar as suas necessidades acima das minhas, permanecer ao seu lado mesmo quando as coisas ficarem difíceis''.
 
Esse tipo de cristão irá mantê-los firmes através dos altos e baixos da vida, ''na alegria e na tristeza''. Quando  você cumpre a promessa contida no ''eu te amo'', atende à ordem do nosso Senhor, presente nas Escrituras: ''Seja o seu  'sim', e o seu 'não''' (Mt 5.37).
 
''Eu te amo'' significa na verdade: ''Eu prometo estar do seu lado, todos os meus dias.''
 
O nosso Pai celestial tem demonstrado ao longo dos tempos que cumpre as suas promessas, inclusive a mais importante de todas: reservar um lugar no céu para cada um dos seus seguidores, para toda a eternidade. Se Deus cumpre a sua promessa, nós devemos cumprir a nossa também, em especial, aquela feita diante dEle, da nossa família, dos nossos amigos e da nossa igreja, no dia do nosso casamento.
 
Espero que você me perdoe por compartilhar algumas palavras ditas por um homem, expressando esse tipo de compromisso com uma mulher. Setenta anos atrás, o meu pai, James Dobson, falou estas palavras à sua noiva (minha futura mãe), depois de ela ter aceito se tornar sua esposa:
 
Quero que conheça e entenda os meus sentimentos a respeito da aliança de casamento que estamos prestes a fazer. Aprendi desde criança, em harmonia com a Palavra de Deus, que os votos do casamento são invioláveis , e que, ao fazê-los, estarei me comprometendo totalmente e por toda a vida. A ideia de me separar de você pelo divórcio, seja qual for a razão -- embora Deus permita uma o adultério -- nunca passará pela minha cabeça. Não estou sendo ingênuo, pelo contrário. Tenho  Se for esse o caso, estou decidido, de minha parte, a aceitar isso como consequência de compromisso que estou fazendo agora e a sustentar isso, se necessário, até o fim das nossas vidas juntas.
 
Tenho amado você profundamente como minha namorada e continuarei a amá-la como minha mulher, mas, muito mais que isso, amo você no amor de Cristo. Isso me obriga a jamais fazer algo contra você que ponha em risco nossos planos de irmos para o céu, o objetivo supremo de nossas vidas. Oro para que o próprio Deus faça o nosso afeto um pelo outro perfeito e eterno.
 
James e Myrtle Dobson desfrutaram de um casamento amoroso, comprometido e pleno, que começou em 1935 e terminou com a morte dele em 1977. Nunca vacilaram nenhum momento, em todos esses anos. Se você entrar em seu casamento com essa determinação, também estabelecerá um relacionamento sólido e recompensador que durará uma vida inteira. O seu compromisso de um com o outro fará ainda mais do quem possibilitar ao seu casamento durar até o fim. Ele estabelecerá o fundamento essencial de confiança, requisito para a verdadeira intimidade em qualquer relação. [...]. 
 
 
 
(Extraído do Livro: 5 princípios para uma intimidade duradoura de Dr. James Dobson; Princípio número 2, p. 33-35)